As pessoas costumam pensar que uma Ilha é uma pedacinho de terra boiando no meio do nada, dessas que quei a gente via em desenho animado ou nas aventuras de Hans Staden.
Mas não, não é somente isto.
Ilha Grande, Ilha Bela, Pouso de Cajaiba... São ilhas.
Mas pensando neste aspecto fica difícil pensar no Guarujá como ilha já que a gente chega confortavelmente de carro até ela...
Mas Guarujá é uma Ilha também; e das grandes!
Eu vivo hoje na Prainha Branca uma parte desta ilha, uma parte das mais remotas situadas no Guarujá!
Mais precisamente a ultima Praia da Ilha ou Penúltima se contar a Praia da armação das baleias.
A Rota das Ruínas Caiçaras, na ponta da Armação das Baleias a margem do canal de Bertioga.
Onde eu descobri, pasmem; foi um importante marco econômico nos séculos XVIII e XIX onde se extraia o óleo dos mamíferos para iluminação pública(oi?).
Já pela trilha vivemos a história através das ruínas de Ermida de Santo Antonio de Guaibê, uma capela do século XVI construída a partir de pedra e óleo de baleia (gente isso pra mim foi uma informação muito forte) e onde Padre José de Anchieta (aquele dos livros de história mesmo), ao som das vozes dos Índios Tupiniquins que ecoavam perto da Igreja, levava a palavra de Deus aqueles que precisavam de acolhimento (tenho uma opinião muito pessoal e revoltada com relação a interferência da Igreja na vida dos Indios e das pessoas em geral, mas deixa pra lá).
Mas voltemos a Prainha Branca, paraíso de areia Branca e ainda o berço do Surf, apesar de fatalmente ter levantado e eu pessoalmente acho que erroneamente a bandeira do Reggae e por osmose da Maconha (está é mais uma opinião contrária minha que será expressa em outro post), aqui neste paraíso onde vivo e posso chamar de Ilha!
Fonte histórica: Prefeitura de Guarujá – Secretaria de Turismo










